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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

A grama do vizinho é mais verde que a minha!!!

Esse dias eu já estava deitada tentando dormir e escutei um barulho na rua, fui olhar na janela e era meu vizinho molhando a grama da casa dele, detalhe, era meia noite...Fiquei pensando, nossa, como ele se empenha né. Ai lembrei daquele ditado que sempre a grama do vizinho é mais verde que a sua...bom, nesse caso, literalmente é!!!
Nós como humanos temos a tendência de sempre achar que o que é do outro é melhor do que o que é nosso. falando de casamento, temos a tendência de achar que o marido da vizinha é sempre melhor que o nosso. Muita vezes isso é enganoso, pois nunca sabemos na realidade o que se passa dentro da casa de cada família, no mundinho de cada casal.
Lembrando do meu vizinho, ele se empenha em cuidar da sua grama, regando ela todas as noites, arrancando as ervas daninhas....ele não se descuida dela.
No casamento não é diferente, não adianta nada ficar olhando o marido da outra, e pior, falar para seu marido assim: "Você bem que podia ser como o marido de fulana né..." Poxa, esse é o pior crime que você pode cometer, nunca compare seu marido com outro homem, nunca.
Ao contrário, ao invés de ficar olhando para o outro, olhe para o seu jardim, para o seu casamento. Veja o que você pode fazer por ele.
Leia livros que edifiquem seu lar, veja vídeos sobre o assunto, no youtube tem milhares. Olhe para as qualidades do seu esposo e não só para os defeitos. e você, pense que você é como uma flor desse jardim, se cuide, se valorize, seja o centro das atenções para seu esposo.
Quando um jardim está há muito tempo sem ser cuidado, pode ser difícil começar a limpá-lo. Mas enxergue o futuro, imagine como você quer que ele fique e comece hoje mesmo. No começo é difícil, comece com o que mais atrapalha e aos poucos você vai chegar nas ervinhas menores.
Não sei o que mais está atrapalhando no seu casamento, se é bebida, pornografia, agressão, falta de respeito, se não conseguir sozinha, procure ajuda, mas faça algo para mudar, não espere que ninguém faça por você, comece hoje a buscar a mudança que você quer.


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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

E se abrir as persianas?

Este é um texto traduzido de "La Buena Semilla - meditaciones cotidianas de la Biblia para el año 2014".
Em um lindo dia de primavera fui visitar um amigo. Caminhei sob o sol, aproveitando o bem estar que a luz e o calor dos raios produzem. Toda a natureza parecia ainda mais maravilhosa.
Bati à porta de meu amigo e entrei. Fiquei surpreendido, a sala estava escura, as janelas e persianas fechadas, fazia frio aí dentro. Identifiquei meu amigo deitado no sofá, com os olhos fechados. Era evidente que ele não estava muito bem. Ao me ouvir, levantou os olhos e me contou seus problemas. Concluiu com as palavras: 'Como você pode ver, hoje estou mal e não posso fazer nada para mudar.' Então o primeiro que lhe disse foi: 'Amigo, e se você abrisse as persianas?'. Ele abriu sem muita vontade. De repente a luz do sol entrou, iluminou e aqueceu a sala. A sala era exatamente a mesma, mas os objetos retomaram sua cor e isto tornava tudo totalmente diferente.
Ás vezes atuamos como meu amigo e nem nos damos conta. Damos voltas com pensamentos escuros, vemos os fatos do lado negativo, pensamos que tudo vai mal e que não podemos fazer nada para mudar a situação. Nesses casos temos que 'abrir urgentemente a janela e olhar para o céu, para assim deixar o sol entrar. 

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Deixe a raiva secar

Não sei o autor da história abaixo, mas ela nos faz pensar em nossas atitudes no dia a dia, principalmente com as pessoas mais próximas. Quando nos fazem algo que não nos agrada, o
impulso é de emitir nossa opinião, gritar e espernear querendo que as coisas sejam do nosso jeito e no nosso tempo.
     Que tal para e olhar as coisas do ponto de vista do outro?
     Que tal pensar antes de falar?
     Acredito que, sempre que a raiva seca, aquilo que enxergávamos ser tão grave, muda completamente de ângulo.

DEIXE A RAIVA SECAR
"Mariana" ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.
No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.
Júlia então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.
Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
"Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo?
Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.
Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
"Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa?
Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou.
Você lembra o que a vovó falou?
Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.
Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa.
Deixa a raiva secar primeiro..
Depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha..
Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
"Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente?
Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei.
Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado.
Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você.
Espero que você não fique com raiva de mim.
Não foi minha culpa."
"Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou."
E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.
Nunca tome qualquer atitude com raiva.
A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são.
Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta.
Diante de uma situação difícil. Lembre-se sempre: Deixe a raiva secar.
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Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. 
Filipenses 4:6

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Para "quem" vivemos?

Vi este texto em uma postagem do facebook, não encontrei o autor, mas gostei, nos faz pensar em nossas prioridades...
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Um jovem advogado foi indicado para inventariar os pertences de um senhor recém falecido. Segundo o relatório do seguro social, o idoso não tinha herdeiros ou parentes vivos. Suas posses eram muito simples. O apartamento alugado, um carro velho, móveis baratos e roupas puídas. “Como alguém passa toda a vida e termina só com isso?”, pensou o advogado. Anotou todos os dados e ia deixando a residência quando notou um porta-retratos sobre um criado mudo.
Na foto estava o velho morto. Ainda era jovem, sorridente, ao fundo um mar muito verde e uma praia repleta de coqueiros. À caneta escrito bem de leve no canto superior da imagem lia-se “sul da Tailândia”. Surpreso, o advogado abriu a gaveta do criado e encontrou um álbum repleto de fotografias. Lá estava o senhor, em diversos momentos da vida, em fotos em todo canto do mundo.
Em um tango na Argentina, na frente do Muro de Berlim, em um tuk tuk no Vietnã, sobre um camelo com as pirâmides ao fundo, tomando vinho em frente ao Coliseu, entre muitas outras. Na última página do álbum um mapa, quase todos os países do planeta marcados com um asterisco vermelho, indicando por onde o velho tinha passado. Escrito à mão no meio do Oceano Pacífico uma pequena poesia:
Não construí nada que me possam roubar.
Não há nada que eu possa perder.
Nada que eu possa trocar,
Nada que se possa vender.
Eu que decidi viajar,
Eu que escolhi conhecer,
Nada tenho a deixar
Porque aprendi a viver...

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Use sua melhor louça hoje

Acredito que a segunda guerra mundial é uma incógnita enorme para qualquer um que pesquisa a respeito.
Esses dias vendo um documentário, despertou meu interesse em ler o livro “Diário de Anne Frank”. Estou apenas na página 30 e já sinto que o livro tem muitos sentimentos ainda para despertar em mim, e voltarei a falar dele assim que terminar.
Entretanto, com tão pouco tempo de leitura já pude tirar uma grande lição sobre a vida e como vivemos.
Fazendo um breve resumo, Anne, sua família e mais uma família também judia, estão escondidos em uns cômodos nos fundos de um estabelecimento. Puderam levar para este esconderijo apenas poucas coisas e um episódio me fez pensar sobre como vivemos nossas vidas:
  • A mulher da família amiga, esconde as louças e lençóis que possuía, para não gastá-los e usar os que a mãe da Anne levou para o tal esconderijo.
Então eu me pergunto, quantas vezes guardamos nossas melhores louças para aquele jantar especial que nunca chega? Nosso melhor vestido, nosso melhor perfume para aquela ocasião que nunca encontramos digna dele?
Será que, se esta senhora soubesse que jamais teria a oportunidade de usar suas apreciadas louças novamente ela não teria uma atitude diferente?
Certo que não nos encontramos na situação extrema dessas famílias, mas nem por isso devemos nos esquecer que não sabemos qual será o dia de amanhã. As oportunidades estão a nossa frente agora, e provavelmente não voltaremos a te-las.
Em minha casa tínhamos uma piadinha que, quando eu perguntava para minha mãe quando usaria determinada louça nova que estavam guardadas ela respondia que usaria quando o papa viesse á nossa casa, pois eram peças muito bonitas.
Claro que era uma piada, mas, ai eu pergunto (sem criticá-la) e a família não é especial, os momentos que passamos juntos não são especiais?
Por isso, vamos usar nosso melhor perfume, nossa melhor roupa, nossa melhor louça hoje, vamos prestigiar a vida que temos hoje. Vamos prestigiar as pessoas que temos ao nosso redor HOJE.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Namorar para casar ou casar para namorar?

Escrevi uma série de posts contando minha história de vida, e entre eles estava a história do meu pedido de casamento. E o quão me surpreendeu esse post por ser o mais acessado de todos até então. Outro muito acessado também foi o texto “A Mala” que fala sobre atitudes no casamento.

Sendo assim, pensei que seria interessante escrever mais sobre esse assunto, casamento. Sou evangélica e já li vários livros a respeito, mas, independente de religião ou crença, o amor é um assunto que deve estar sempre presente em nossas vidas, ainda mais em nossos casamentos.


Começando hoje com um importante lembrete: Continue o namoro.


Casamentos bem-sucedidos não acontecem simplesmente, eles devem ser desenvolvidos. Não pense que porque já esta casada(o) já está tudo garantido e a mágica ocorre normalmente.

Muito pelo contrário, o dia a dia faz esfriar a relação, e a intimidade então, essa pode acabar com qualquer relação se não for bem administrada, pois passamos a acreditar que temos o direito de dizer e fazer o que queremos e o outro tem que aceitar. Se você pensa assim, muito provavelmente seu cônjuge pensa igualzinho.

Quando namoramos a prioridade é o namorado(a), mas depois de casados, passamos, muitas vezes a marcar tantos compromissos junto a ouras pessoas e esquecemos dos momentos a sós.

Então, gastem tanto tempo quanto possível, fazendo coisas juntos. Aprendam a se cumprimentarem com entusiasmo. Relaxem, passeiem, façam compras, visitas, comam juntos. Não negligenciem as pequenas cortesias, encorajamentos e atos afetuosos.

Uma planta não pode viver sem ser regada, o casamento também não. Não deixe que o corre corre do dia a dia te faça esquecer de regar com amor o seu relacionamento.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

O poder destruidor das palavras

Quando se está namorando, é mais fácil resolver os conflitos, pois cada um pode ir para a sua casa, esfriar a cabeça e depois sim, acertar as diferenças.
Mas e agora? Depois de casado vai correr para onde? Não tem jeito, é ficar e enfrentar a situação.
A melhor forma de resolver problemas, é focar no problema e não na pessoa. Tente resolver o problema e não, criticar seu companheiro (a), por exemplo:
Ao invés de falar: “Eu não te aguento mais, você nunca lava a louca nessa casa”
Diga: “Na próxima vez, você poderia me ajudar com a louça?”
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Ao invés de falar: “Voce só sabe gastar dinheiro, pensa que eu tenho que trabalhar só para pagar suas contas?”
Diga: “Vamos tentar economizar um pouco para fazer nossa tao sonhada viagem?”

Lembre-se que a crítica e a irritação destroem o amor
Palavras tem um grande poder sobre nós, e podem ser destruidoras. Não há volta para palavras ditas, por mais que seja em momento de raiva, não há como reverter. Se você pensar um pouco, com certeza irá lembrar de alguma coisa que lhe falaram na infância, pense, tantos anos passaram e você ainda tem isso em mente.
Então, pare de criticar, irritar, e procurar falhas. Seu marido ou esposa pode falhar muito, mas irritação não vai ajudar. Não espere perfeição, ou isso resultará em amarguras. Olhe para além das faltas e procure pelas coisas boas. Não tente mudar, controlar, ou obrigar o seu parceiro – você destruirá o amor. Um senso de humor, um coração alegre, bondade, paciência e carinho banirá dois terços dos problemas de seu casamento.
Tente fazer o seu cônjuge feliz ao invés de bom, e o bom cuidará de si mesmo.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

E foram felizes para sempre...

Toda menina que já leu os contos de fadas sonhou com o dia em que seu príncipe encantado chegaria em seu cavalo branco.
Toda menina já sonhou com seu "Ken" de corpo escultural e cabelo alinhado.
Então com o tempo a percepção que o príncipe encantado não existe fica maior. Pode ate ser que ache o rapaz perfeito e se case. E, por mais que o marido seja a melhor pessoa do mundo, a rotina do dia a dia está longe de ser o final feliz dos contos de fadas.
Sim, pois os contos de fadas mostram os casais se encontrando, ficando juntos e sendo felizes para sempre... mas, a partir do casamento é o só começo, e não o fim...

Mas porque não sonhar em ser feliz todos os dias? Porque não apostar na felicidade?

A rotina, as contas, as diferenças são grandes, sempre teremos, mas é por esse motivo que não podemos deixar que o amor vire rotina também.
Tem uma frase que li uma vez e até falei nos meus votos do casamento:

 "Amar é dar o direito do outro não te amar."


Ou seja, ame, ame por amar, ame pela vontade de amar, ame pela sensação de amar. Mas não ame esperando nada em troca. Quando esperamos algo em troca criamos expectativas que podem não representar a realidade. Quando amamos sem esperar nada em troca, o que recebemos é gratificante.
Lembre-se, o homem e a mulher são diferentes, a forma que demonstram amor é diferente. Cada pessoa é única. Tente apreciar as pequenas demonstrações de amor, repare e veja de quantas formas seu parceiro demonstra amor por você. E nunca esqueça de demonstrar também.
Não viva no SE...se meu parceiro fosse assim, se ele fizesse isso, se, se, se...não...seja feliz hoje, sinta a felicidade hoje, sem cobranças, seja leve para dar amor e para sentir o amor de seu marido todos os dias. Seja responsável pelo
final continuação feliz!

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Tudo a mesma coisa?


Há um tempo atrás escrevi um texto, "Ser a Pessoa Certa" onde eu comentava de como devemos olhar para nós mesmos antes de querer a perfeição na outra pessoa. Seguindo esta mesma linha, li o texto que segue abaixo do psicólogo Yohan Marcos Volcov e acredito que a referencia feita tem tudo a ver com o que vivemos.
Construímos PRÉconceitos baseados em fatos vividos e custamos a crer que possa ser diferente, dificultando nossa sonhada felicidade. segue o texto:
Você já viu uma criança chamando gatos, coelhos, cavalos ou quaisquer outros animais de “au au”? Ou chamando eles de “miau”? Sim, é engraçadinho, mas você já se perguntou por que isso acontece?
Muitas vezes o que acontece é que a criança vê um cachorro e os pais ensinam ela que aquele é o “au au” e então ela aprende a chamar o cachorro de “au au”. Deposi disso, pode acontecer que quando ela vê um animal que tenha algumas semelhanças (tamanho, pelos, cor, etc..) ela acaba chamando ele de “au au” também, até ela aprender a diferenciar um animal do outro, todos os animais são o “au au”. O que a criança está fazendo nesse momento se chama generalização. Quando generalizamos, respondemos de formas semelhantes a estímulos que percebemos como semelhantes. Vamos para exemplos mais práticos?
Existem pessoas que foram mordidas por um cachorro específico, digamos um cachorro, preto e grande, e fez com que elas tivessem muito medo de cachorros. No entanto, a presença de qualquer tipo de cachorro as apavora, mesmo quando estão diante de um cachorro pequeno e branco. O que aconteceu nesse caso? Elas acabam por agir com todos os cachorros como se eles fossem o cachorro que as mordeu. Houve uma generalização, a pessoa responde de forma semelhante a todos os cachorros, afinal “cachorro morde”. Quando alguns olham de fora acabam por achar exagerada a reação de medo de algumas pessoas diante de um Pinscher, por exemplo. A pessoa chega na sua casa e diz “prende o cachorro ou eu não vou entrar”, nesse momento é importante entender que toda pessoa tem sua própria história de aprendizado e que todo comportamento tem uma função, assim sendo, ela tem seus motivos para não querer estar perto do cachorro, o que não significa que ela precise responder dessa forma a todos os cachorros para sempre (essa situação não é imutável).
Não estou dizendo que a generalização é sempre algo ruim, muito pelo contrário, ela é importantíssima para o aprendizado. No entanto, muitos de nós acabamos sofrendo por não perceber as generalizações que fazemos. Outro exemplo, mais prático ainda e muito comum nos dias de hoje se dá nos relacionamentos. Às vezes, o homem ou a mulher se frustram com um parceiro especifico. E acabam generalizando, você já ouviu frases como: “Homem é tudo cafajeste”; “Casamento não dá certo mesmo”; “Mulheres só sabem reclamar”; “Homem só quer saber de farra”; “Mulher nenhuma presta”; “Esse lance de relacionamento sério não é pra mim”? 
Por causa da generalização muitas pessoas não conseguem chegar perto de cachorros pequenos porque foram mordidas por um cachorro grande, assim como, muitas mulheres não conseguem se relacionar de forma saudável com homens porque foram feridas por um homem. Enquanto no primeiro caso a ideia seria algo como “cachorro morde”, no segundo seria “homem não presta” ou “relacionamentos não dão certo”.
Por outro lado, temos também uma outra capacidade, a capacidade de discriminar. Não estou me referindo à discriminação pejorativa como tantas vezes ouvimos falar, mas sim a capacidade de perceber que existem diferenças entre estímulos e poder agir de forma especifica em cada um dos casos. Entender que pode ser perigoso por a mão em um pit bull, mas que um basset não é um pit bull, apesar de ser um cachorro também, ou até mesmo, que nem todos os pit bulls mordem. Da mesma forma, é possível aprender a perceber que uma pessoa especifica causou sofrimento, mas que as outras pessoas não são aquela pessoa especifica. 
Por fim, nem tudo é a mesma coisa. Nem todo cachorro morde, nem todo animal é “au au”, nem todas as pessoas querem somente te machucar e nem todo casamento vai dar errado.
(Yohan Marcos Volcov /Psicólogo CRP – 08/21321)

terça-feira, 4 de outubro de 2016

O que realmente vale a pena?


Certo pastor foi convidado para dirigir uma cerimônia fúnebre.Para isso, ele precisaria usar um terno escuro. Por infelicidade, não possuía nenhum e também não dispunha de dinheiro para comprar. Sendo assim, resolveu ir a uma loja de roupas usadas para ver se encontrava algo aproveitável.
Para sua surpresa havia um terno, do seu número, preto, a um preço razoável, e o que era melhor, muito bem conservado.
Empolgado, ele imediatamente o comprou e, enquanto pagava, perguntou ao funcionário que o atendia como podiam vender uma peça tão boa a um preço tão baixo? Encabulado, esboçando um sorriso sem graça, o homem confessou que todos os ternos la loja anteriormente haviam pertencido a uma agência funerária, que os usava nos defuntos, “desvestindo-os” instantes depois do sepultamento.
O pastor ficou em dúvida se deveria ou não vestir um terno que um morto usara, mas como nunca ninguém descobriria de onde viera sua roupa, resolveu utilizá-lo.
Tudo correu bem, até que na metade do ato fúnebre, enquanto falava, distraído ele procurou enfiar a mão no bolso da calça. Depois de algumas tentativas frustradas, percebeu que ela não tinha bolsos!!!
Esta é uma ótima e prática lição! Para onde todos nós iremos um dia, bolsos, carteiras, dinheiro e bens são totalmente desnecessários. Mesmo que consigamos acumular muita riqueza, não teremos nisto uma razão para viver.
No fim de nossos dias, mais importante que olhar para trás e contabilizar as terras compradas, os imóveis adquiridos, a poupança economizada, é olhar para trás e ver uma família estável e unida ao nosso redor dando-nos amor, levando-nos à certeza de que a nossa vida realmente teve sentido.
(Trecho do livro: Devocional para Casais - Jaime e Judith Kemp)

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Uma âncora para a alma

"La Buena Semilla - meditaciones cotidianas de la Biblia para el año 2014". Tem textos muito bons e práticos, como esse que traduzi abaixo.
Uma âncora para a alma
imagesQuando os marinheiros lançam a âncora, lançam com o objetivo de reter o barco para que o vento e as ondas não o levem. A âncora está presa a uma corrente que atravessa a agitação das ondas para logo desaparecer nas profundidades marinas. Não vemos o fundo do mar nem a âncora, mas sim o efeito, ou seja, a estabilidade do barco.
     Esta imagem ilustra uma realidade espiritual muito importante. Um verdadeiro cristão está solidamente ancorado a Cristo mediante a fé. Mas ao invés de ter sido lançada no profundo das agitadas águas deste mundo, a âncora da nossa alma está enraizada no céu, onde Jesus entrou depois de ter obtido a redenção eterna para nós (Hebreus 9:12). Entrou como precursor e nós iremos ao seu encontro um dia (João 17:24) se O aceitarmos como Salvador.
Você já depositou sua esperança em Jesus Cristo? Somente Ele pode nos proteger de um naufrago e nos conduzir ao porto que nossa alma deseja (Salmos 107:30).
O fundo do mar, onde a âncora  descansa permanece oculto aos olhos dos marinheiros. Da mesma forma, nós não vemos a Jesus com nossos olhos físicos, mas estamos unidos a Ele pela fé. Sabemos que está vivo e responde a nossas orações. Aqueles que nos vêem manter  a fé em Cristo no meio das provas, podem perceber que estamos unidos a Alguém.
E esse Alguém é Cristo, fonte e segurança de nossa vida!

Hebreus 6:18-20

18 Assim vemos que, por dois factores imutáveis - a promessa e o juramento - nós podemos confiar inteiramente nele. É pois impossível que Deus diga uma coisa que afinal não cumpra; e isso nos dá muita segurança, a nós para quem a esperança da vida eterna é como um refúgio
19 é para a alma uma âncora segura e firme, que nos mantém ligados a Deus, no santuário mesmo da sua presença,
20 onde Cristo entrou antes de nós e a favor de nós, agora na sua dignidade de supremo sacerdote da mesma linha de Melquisedeque.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Dica de livro - O segredo do meu marido

Acabo de ler o livro “O segredo do meu marido”, de Liane Moriarty com um final muito reflexivo.
A história gira em torno de uma carta que o esposo deixa para a mulher para que seja aberta após a sua morte, porém ela encontra essa carta antes disso e acaba lendo e descobrindo um grande segredo que pode mudar a vida não só do casal como de mais pessoas.
O livro envolve histórias de outras personagens que a princípio não tem nada a ver uma com a outra, mas que ao final estão ligadas de alguma forma. E conta com uma explicação final muito inesperada. Foge totalmente daquele tipo de livro que você já imagina qual vai ser o final.
Mas, mais além da história em si, o livro me fez pensar sobre o quão inesperada a nossa vida também pode ser.
O simples fato de decidir atravessar uma rua pode mudar por completo sua vida, são ações que desencadeiam diversas reações que mudam nossa vida constantemente. Um convite para uma festa que você aceita e lá pode estar o futuro pais de seus filhos.
Esse fato de uma decisão ter sido tomada de outra forma poder mudar nossa vida, me faz lembra minha história ao conhecer meu esposo. Ou melhor, a história dele por me conhecer:
Recém chegado em Curitiba, ele conhece um  colega de trabalho com o qual faz amizade e o convida para ir para a igreja. Os dois vão e tomam conhecimento de uma célula, nas quartas a noite. Decidem conhecer essa célula.
Na quarta feira, Carlos chama seu amigo para irem, e o amigo não estava disposto a ir. Por um momento Carlos pensa em não ir também, pois não queria ir sozinho. Mas então insiste com o amigo e os dois então vão para a célula. E lá então, ele me conhece. E duas semanas depois já estávamos namorando.
E se ele tivesse aceitado a negativa do amigo? Muito provavelmente eu não estaria casada com Carlos, escrevendo esse texto num hotel em Santiago do Chile, nos preparando para nossa nova mudança para Lisboa.
Jamais poderemos saber qual seria o resultado de tivéssemos feito outras escolhas, essa é a graça da vida. O que devemos sim fazer é orar e sempre pedir a Deus para que nos guie e nos oriente a tomar as melhores decisões. E que possamos estar cientes que quem faz nossa vida somos nós mesmos, precisamos ser responsáveis por nossos atos pois eles geram muitas reações que podem vir a nos beneficiar ou não no futuro.
“Nenhum de nós conhece todos os possíveis cursos que nossas vidas poderiam ter provavelmente é melhor assim…”

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

O que Abraham Lincoln pode nos ensinar sobre perseverança?

É fato que todos nós somos influenciados pelo meio em que vivemos, então porque não, construir esse meio de forma que nos influencie a crescer.
Eu gosto muito de ler histórias de sucesso, de pessoas que correram atrás dos seus sonhos até alcançá-los. Isso me inspira a querer correr atrás dos meus também.
Segue uma bela história de PERSEVERANÇA
Um dia, um jovem americano candidatou-se ao Parlamento em Illinois e foi derrotado. Em seguida, montou um negócio em sociedade e faliu. Pior do que isso: passou dezesseis anos saldando dívidas contraídas pelo sócio desonesto.
Apaixonou-se então por uma linda jovem. Namoraram durante algum tempo e ficaram noivos. Subitamente, no entanto, ela morreu. Mais tarde, casou-se com uma mulher de temperamento difícil, e que, antes de amante e companheira, tornou-se, na verdade, um fardo constante em sua vida.
Tentando outra vez a política, foi derrotado de modo inapelável ao candidatar-se outra vez ao Parlamento. Pleiteou então um cargo na Administração Pública, mas seu nome foi recusado.
Candidatou-se ao Senado e foi vencido de maneira humilhante. Pouco tempo depois, foi candidato à Vice-Presidência e perdeu mais uma vez. Dois anos mais tarde, candidato à Presidência, novamente fracassou. Nas eleições seguintes, no entanto, finalmente realizou seu intento e foi proclamado presidente dos Estados Unidos da América.
Seu nome: Abraham Lincoln — na opinião de muitos, o melhor presidente americano de todos os tempos.
Sinceramente: quem de nós seria capaz de tanta perseverança e obstinação:
Poucos. Muito poucos, com certeza.
O exemplo de Lincoln talvez devesse ser emoldurado e fixado numa das paredes da nossa casa — e, mais do que isso: contemplado como fonte de inspiração, toda vez que julgamos qualquer mísero obstáculo motivo suficiente para perder o ânimo e entregar os pontos...
(Livro Melhores Pensamentos Vol. I)

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

A mala - (trecho de A mulher dos sonhos do seu marido)

Lá estava ela. A maleta. Colocada no alto da escada de acesso ao porão. O simples fato de olhar para a maleta deixou-a zangada. Seu marido acabara de voltar de viagem de negócios e deixara a maleta ali, assegurando-lhe que em breve a levaria para baixo e a guardaria.

         Uma semana depois, a maleta continuava no mesmo lugar. A lavanderia ficava no porão, por isso ela era forçada a passar por cima daquela coisa todas as vezes que precisava lavar roupa. Pouco tempo depois, ela passou a tratar o marido de acordo com o número de vezes que precisava passar por cima da maleta. O mês de janeiro chegara à metade, e o clima lá fora ficava cada vez mais frio. Dentro de casa, a temperatura também estava despencando verticalmente,


        Um dia, ela decidiu tirar a maleta do lugar. Não, ela não a levaria a maleta para baixo e nem a guardaria. Prestar ajuda era a última coisa que lhe passou pela mente. Em vez disso, ela levou a maleta para o quarto deles e colocou-a no meio do caminho, onde o marido costumava passar, dificultando sua chegada até a cama. Agora ele veria como era irritante ter de conviver com uma maleta fora do lugar.

        Ela voltou à cozinha na esperança de sentir um pouco de satisfação e alívio. Não sentiu nem uma coisa nem outra. Também não se sentiu nem um pouco feliz. O que sentia era uma mistura sufocante e tristeza e pesar. Ela sabia que o marido não deixara de propósito a maleta fora do lugar; simplesmente se esquecera dela. Mesmo sabendo disso, ela agarrou-se a seu "direito" de sentir-se ofendida e de agir com hostilidade.
        Ela parou na cozinha e pensou na maleta. Se pertencesse a uma visita, ela se prontificaria, feliz, em pegá-la e insistiria em colocá-la em um lugar apropriado. Então por que, ela se perguntou, não se dispunha a ajudar o marido da mesma forma? Porque era muito mais fácil servir aos outros que servir a ele? Ela olhou demoradamente para si mesma e não gostou do que viu. Não era de admirar que estivesse triste. Alguma coisa precisaria mudar, tudo bem, e isso não tinha nada a ver com a maleta.


(trecho de A mulher dos sonhos do seu marido - Sharon Jaynes)

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Porque pessoas de negócios tem que ser estressadas?

Em geral, pessoas de alto cargo são pessoas mega ocupadas e estressadas, não é assim?
E a imagem que temos de mulheres de alto cargo? É sempre de uma mulher fria e solitária. Ao menos, na grande maioria.
Que o chileno é uma pessoas calma no trabalho (ao menos aqui em Temuco), isso é fato. Nunca vi povo mais calmo e tranquilo para trabalhar.
Mas uma pessoa que eu fico admirada, inspirada e porque não, intrigada,  é com a gerente geral do escritório onde trabalho.
Somos uma empresa com mais de 300 funcionários em TI, com planos para aumentar para 600 pessoas. A gerente geral tem responsabilidades altíssimas, pois essa é uma empresa que está ajudando a desenvolver a região. Esse mês ela recebeu os sócios da empresa (a empresa é da Espanha), após, recebeu o ministro da economia do país e autoridades locais, ou seja, ela realmente tem um alto cargo e alta responsabilidade.
É obvio, ela está sempre correndo, mas ela tem um ar tão leve e tranquilo, sempre com um sorriso no rosto, brincando e cumprimentando a todos. Hoje tivemos um café da manhã em homenagem do dia da mulher e ela estava junto, e, quem não a conhece, poderia apostar que ela era uma colega como qualquer outra, rindo, contando piadas e tudo mais.
Não quero generalizar ou exagerar, mas a imagem que temos no Brasil de pessoas como ela é de “um ser inalcançável” . Já li muitos artigos onde falam que “necessitamos” passar essa impressão de pessoas ocupadas e cheias de responsabilidades para demonstrar nosso status, é como que, se não agíssemos dessa forma, aparentaríamos ser pessoas desocupadas ou que não estamos trabalhando o suficiente.
O que é um equivoco. Eu não sei como é a vida particular da gerente da empresa, deve se estressar sim, mas ela não faz do stress o seu estilo de vida. Não sei qual o seu segredo, se ela tem uma agenda muito bem organizada ou, o que eu acho provável, ela não sente a necessidade de provar o tempo todo para todos, o cargo que tem.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Na consulta do fisioterapeuta - Confiança em Deus

Era inverno. Minha filha tinha bronquites e o médico lhe prescreveu sessões de fisioterapia respiratória. Chegamos à consulta, coloquei a menina sobre a mesa e deixei que fizessem a terapia enquanto eu segurava sua mão. O médico não tinha outra opção a não ser lhe dar uma energética massagem; ela sentia que ia se sufocar. Me olhava com olhos suplicantes, mas o único que eu poderia fazer era apertar sua mão fortemente e animá-la ternamente. Como eu gostaria de tomá-la em meus braços e liberá-la desse penoso tratamento! Era como se ela me falasse: "Por que me olha sem fazer nada?Não vê que estou sofrendo!" Mas na realidade eu sofria mais que ela...era muito pequena para entender que isso tudo era para seu bem, e que depois se sentiria melhor.
Quando estávamos a ponto de sair, senti sua mãozinha deslizar pela minha com a mesma confiança infantil de quando chegamos na consulta. Esse gesto tão simples me comoveu e me ensinou uma grande lição.
Às vezes Deus permite que seus filhos passem por momentos difíceis. Parece que nos vê sofrendo sem fazer nada, enquanto que seria tão fácil nos livrar disso. Mas se Ele não intervém durante certo tempo, é por que tem suas razões. Não nos deixemos atormentar pelas aparências. Nosso Deus nunca é indiferente; Ele é sábio e quer o nosso bem. Não duvidemos do seu amor. Confiemos simceramente nEle.
          Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam.(Romanos 8:28)
Porque não é do seu agrado (Deus) trazer aflição e tristeza aos filhos dos homens, (Lamentações 3:33)
(Tradução de: Devocional La Buena Semilla)

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Ser a pessoa certa

Não sei se já ouviram essa expressão: "tenho 'dedo podre' para achar namorado"...
Bom, eu falava muito isso, pois todos namorados que eu encontravam eram cheios de problemas, não que exista o príncipe encantado que é perfeito, quero dizer que, se eu queria mesmo encontrar alguém para casar e formar uma família, eu estava longe de conseguir isso.
Hoje eu olho para o passado e vejo como estava cega, pois eram minhas atitudes e pensamentos a meu respeito é que atraiam pessoas assim, ou seja, eu passei por um processo de restauração total por Deus, para arrumar tudo o que havia de errado em mim, para então encontrar a pessoa certa me tornar a pessoa certa. E lá se foram dois anos de entrega total e compromisso com Deus.
Esses dias eu estava assistindo um programa na televisão chamado "cambia me el look" onde as participantes tem estilos que não as favorecem em nada (elas se escondem atrás de uma imagem por não terem auto confiança), são convidadas a trocar seu estilo (aparência).
Uma das dinâmicas desse programa foi levar a participante para fora do estúdio, onde colocaram um outdoor com uma foto do rosto dela, com o cabelo bem ajeitado e um belo sorriso (bem diferente do que se via pessoalmente). A apresentadora perguntava aos que passavam pela rua o que achavam da foto. 
Um dos rapazes falou que ela parecia ser muito determinada, alegre e que se a visse em um bar, com certeza falaria com ela. Quando a apresentadora falou que ela estava ao seu lado, ele não acreditou.
Resumindo o programa, ao final ela trocou totalmente de aparência, mas o que mais mudou foi sua visão de si mesma, com mais otimismo e esperança.
Não quero falar aqui sobre a aparência exterior, acho importante se cuidar e seguir se cuidando, principalmente depois de casada. Mas o mais importante é saber que você tem o direito de ser feliz e pode deixar Deus lhe moldar para curar feridas interiores. Isso serve não somente para quem esta procurando por um esposo, mas serve também para as amizades e relacionamentos que temos no dia a dia.
Ore a Deus pedindo que lhe mostre o que precisa mudar e que lhe ajude a fazer essa mudanças.
Deixe Deus lhe moldar para poder atrair coisas boas para a sua vida e de sua família.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Como lidar com a ansiedade

Observem as aves do céu:
não semeiam nem colhem nem armazenam em celeiros; contudo,
o Pai celestial as alimenta. Não têm vocês muito mais valor do que elas?
Quem de vocês, por mais que se preocupe,
 pode acrescentar uma hora que seja à sua vida?
 "Por que vocês se preocupam com roupas?
Vejam como crescem os lírios do campo. Eles não trabalham nem tecem.
Mateus 6:26-28
Esses são meus versículos preferidos da Bíblia quando se trata de ansiedade, são tão claros, objetivos e, ao mesmo tempo, tão delicado. Mas se pesquisarmos esse tema, encontramos muitos outros versículos a respeito, que nos fazem ter certeza que Deus cuida de tudo. Então porque em algumas situações ficamos tão ansiosos querendo logo a resposta?
Estou escrevendo isto hoje, muito mais para mim do que
para qualquer pessoa. Recentemente mudei completamente minha rotina, e a ansiedade por organizar tudo para que "volte" ao normal estava me sufocando.
Acredito que buscamos a segurança do conhecido, pois estamos mais confortáveis nele, do que viver no desconhecido.
Mas então me dei conta que precisava mudar minha forma de encarar o desconhecido, parar de colocar a felicidade no futuro, e aproveitar o momento atual. Eu acredito fortemente que Deus nos coloca em certos momentos para aprendermos algo. Então porque somos tão rebeldes e ansiosos por querer descobrir tudo hoje? (não quero dizer para ficar de braços cruzados, mas entender que tudo tem seu tempo).
Eu estava vendo umas fotos no instagram de uma blogueira que assisto vídeos, gosto de Screenshot_2015-01-09-12-25-44-1assistir, pois ela é super alto astral e passa muitas lições devida, a Flávia Calina.
Na sua foto do instagram, era uma imagem de umas crianças dos Eua vendendo limonada, cena de filme. A Flávia mora lá já tem alguns anos, e o que é legal é ela observar essa cena simples e ainda se surpreender, pois é uma recordação dos filmes de infância no Brasil.
Isso me fez pensar, pois se ela estivesse na agitação, na ansiedade pelo futuro, será que ela teria parado para admirar essa cena??
São os pequenos detalhes que nos fazem felizes!!