terça-feira, 22 de novembro de 2016

Use sua melhor louça hoje

Acredito que a segunda guerra mundial é uma incógnita enorme para qualquer um que pesquisa a respeito.
Esses dias vendo um documentário, despertou meu interesse em ler o livro “Diário de Anne Frank”. Estou apenas na página 30 e já sinto que o livro tem muitos sentimentos ainda para despertar em mim, e voltarei a falar dele assim que terminar.
Entretanto, com tão pouco tempo de leitura já pude tirar uma grande lição sobre a vida e como vivemos.
Fazendo um breve resumo, Anne, sua família e mais uma família também judia, estão escondidos em uns cômodos nos fundos de um estabelecimento. Puderam levar para este esconderijo apenas poucas coisas e um episódio me fez pensar sobre como vivemos nossas vidas:
  • A mulher da família amiga, esconde as louças e lençóis que possuía, para não gastá-los e usar os que a mãe da Anne levou para o tal esconderijo.
Então eu me pergunto, quantas vezes guardamos nossas melhores louças para aquele jantar especial que nunca chega? Nosso melhor vestido, nosso melhor perfume para aquela ocasião que nunca encontramos digna dele?
Será que, se esta senhora soubesse que jamais teria a oportunidade de usar suas apreciadas louças novamente ela não teria uma atitude diferente?
Certo que não nos encontramos na situação extrema dessas famílias, mas nem por isso devemos nos esquecer que não sabemos qual será o dia de amanhã. As oportunidades estão a nossa frente agora, e provavelmente não voltaremos a te-las.
Em minha casa tínhamos uma piadinha que, quando eu perguntava para minha mãe quando usaria determinada louça nova que estavam guardadas ela respondia que usaria quando o papa viesse á nossa casa, pois eram peças muito bonitas.
Claro que era uma piada, mas, ai eu pergunto (sem criticá-la) e a família não é especial, os momentos que passamos juntos não são especiais?
Por isso, vamos usar nosso melhor perfume, nossa melhor roupa, nossa melhor louça hoje, vamos prestigiar a vida que temos hoje. Vamos prestigiar as pessoas que temos ao nosso redor HOJE.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Ilha do mel - histórias que se conta... (origem do nome)

"Origem" do nome Ilha do Mel


Várias hipóteses (folclóricas) são conhecidas para a origem do nome:
-A extração de mel silvestre , anterior a 1950, quando os alimentos eram adoçados com o mel ou com o açúcar extraído da cana da própria ilha, devido a dificuldade de obter o açúcar industrializado.
-A existência de uma família de origem alemã que habitava a região da Fortaleza, e onde havia um engenho para produção de farinha de mandioca. Farinha em alemão, escreve-se “mehl”.
-A cor da água do mar vista do alto do Morro das Conchas – Farol, principalmente no início da Praia do Farol (Paralelas).
-A lua-de-mel que os escravos mais fortes desfrutavam com várias negras, onde os mesmos eram deixados na Ilha por vários dias, para a reprodução, no século passado.
Entre tantas outras.

Nova Brasília - Porquê este nome?
Contam os mais antigos que os primeiros moradores que vieram habitar o local, oriundos da Ponta Oeste, na Ilha, o fizeram na época em que estava sendo construída a capital federal, Brasília. Daí a homenagem.
Contam outros, que o nome se deve ao fato de a localidade abrigar em suas areias, uma espécie de isca para pesca, cujo nome é “corrupto”...

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Dica de canal - Brasileiras que se reinventaram em New York

Se tem um assunto que eu gosto de ler e de assistir é a respeito de outros países e suas culturas.
E melhor ainda, é conhecer histórias de brasileiros que decidiram recomeçar em terras estrangeiras.
Depois que vim morar no Chile, como estava sem emprego, o youtube virou um vício e um auxílio para mim. Foi nessa busca por canais que descobri o canal da Laura Peruchi, lá de Santa Catarina, que mudou para New York quase na mesma data que eu mudei para cá. Imagino as emoções pelas quais ela deve ter passado e,meio que me identifico com ela, pois também sou do sul.
Recentemente em seu canal ela lançou uma série de 5 entrevistas com brasileiras que se “reinventaram” na Big Apple, e como o meu blog é de viagem e também motivação, tudo a ver com o assunto das entrevistas. (A entrevista que eu mais gostei e achei mais incentivadora é a terceira, com a Lici Diniz):







quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Ilha do mel...o litoral paranaense bem representado.

Vou confessar que o litoral do Paraná não é aquela beldade assim...mas, a Ilha do Mel...ahhhh a ilha do Mel, é um pedacinho do paraíso perdido no mar.

Para chegar até a Ilha do Mel, você pode ir de carro, ou então, de ônibus para Pontal do Sul, saindo da rodoviária de Curitiba (confirme que quer ir até a ilha. Chegando lá você faz a travessia de barco, que dura por volta de 30 minutos.


Fique atento para:
-o valor da travessia é de 30 reais ida e volta, saídas de 30 em 30 minutos a partir das 8 horas
-chegue cedo pois há limite de pessoas por dia na ilha (5mil por dia)
-há dois tipos de barcos, o de Encantadas e o de Nova Brasília, vá para o lado que você ficará hospedado.
- ultimo barco para retorno ao continente é as 17 horas, parece que durante a temporada é até as 20h, certifique-se.
Na ilha não entram carros. As ruas são pequenas trilhas de areia. E, à noite, uma lanterninha deve ser item obrigatório. Mas não pense que por isso, tudo é bem maios menos lá, pois não é não, olha, nós ficamos numa pousada muito fofa, com um quarto bem aconchegante e TV a cabo. Sem contar os restaurantinhos charmosos que aportam por lá 9apesar de que a questão de alimentação é bem limitada por lá). Nós ficamos no lado de Nova Brasília, que dizem ser mais calmo, eu não conheço o outro lado, Encantadas, onde dizem que tem bem mais opções ( você pode ir até lá a pé...umas 2h ou de barco, custa em torno de 8 reais).


Sobre as pousadas, eu busquei na internet para poder fazer a reserva, confesso que tive algumas opções mas não muitas, chegando lá vi que as opções eram muito maiores.
No lado de Nova Brasília subimos aproximadamente 150 degraus até o Farol das Conchas, mas vale a visão que se tem.





terça-feira, 15 de novembro de 2016

Namorar para casar ou casar para namorar?

Escrevi uma série de posts contando minha história de vida, e entre eles estava a história do meu pedido de casamento. E o quão me surpreendeu esse post por ser o mais acessado de todos até então. Outro muito acessado também foi o texto “A Mala” que fala sobre atitudes no casamento.

Sendo assim, pensei que seria interessante escrever mais sobre esse assunto, casamento. Sou evangélica e já li vários livros a respeito, mas, independente de religião ou crença, o amor é um assunto que deve estar sempre presente em nossas vidas, ainda mais em nossos casamentos.


Começando hoje com um importante lembrete: Continue o namoro.


Casamentos bem-sucedidos não acontecem simplesmente, eles devem ser desenvolvidos. Não pense que porque já esta casada(o) já está tudo garantido e a mágica ocorre normalmente.

Muito pelo contrário, o dia a dia faz esfriar a relação, e a intimidade então, essa pode acabar com qualquer relação se não for bem administrada, pois passamos a acreditar que temos o direito de dizer e fazer o que queremos e o outro tem que aceitar. Se você pensa assim, muito provavelmente seu cônjuge pensa igualzinho.

Quando namoramos a prioridade é o namorado(a), mas depois de casados, passamos, muitas vezes a marcar tantos compromissos junto a ouras pessoas e esquecemos dos momentos a sós.

Então, gastem tanto tempo quanto possível, fazendo coisas juntos. Aprendam a se cumprimentarem com entusiasmo. Relaxem, passeiem, façam compras, visitas, comam juntos. Não negligenciem as pequenas cortesias, encorajamentos e atos afetuosos.

Uma planta não pode viver sem ser regada, o casamento também não. Não deixe que o corre corre do dia a dia te faça esquecer de regar com amor o seu relacionamento.