terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Deixe a raiva secar

Não sei o autor da história abaixo, mas ela nos faz pensar em nossas atitudes no dia a dia, principalmente com as pessoas mais próximas. Quando nos fazem algo que não nos agrada, o
impulso é de emitir nossa opinião, gritar e espernear querendo que as coisas sejam do nosso jeito e no nosso tempo.
     Que tal para e olhar as coisas do ponto de vista do outro?
     Que tal pensar antes de falar?
     Acredito que, sempre que a raiva seca, aquilo que enxergávamos ser tão grave, muda completamente de ângulo.

DEIXE A RAIVA SECAR
"Mariana" ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.
No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.
Júlia então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.
Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
"Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo?
Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.
Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
"Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa?
Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou.
Você lembra o que a vovó falou?
Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.
Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa.
Deixa a raiva secar primeiro..
Depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha..
Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
"Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente?
Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei.
Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado.
Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você.
Espero que você não fique com raiva de mim.
Não foi minha culpa."
"Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou."
E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.
Nunca tome qualquer atitude com raiva.
A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são.
Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta.
Diante de uma situação difícil. Lembre-se sempre: Deixe a raiva secar.
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Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. 
Filipenses 4:6

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Telêmaco Borba e seu bondinho aéreo

A 235 km da capital paranaense, Curitiba. O município possui uma população estimada em 75.054 habitantes (IBGE/2014)
É considerada a "Capital Nacional do Papel" ; contém o sexto maior pólo industrial do Paraná e é centro de referência nacional no setor madeireiro. Em Telêmaco Borba está localizada a maior fábrica de papel da América Latina, a unidade Monte Alegre das indústrias Klabin.
Klabin
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A empresa possui atualmente 15 unidades industriais – 14 no Brasil e uma na Argentina – e escritórios comerciais em oito Estados brasileiros, além de representantes e agentes comerciais em vários países, com a sede da empresa na cidade de São Paulo. A Klabin exporta seus produtos para mais de 60 países, sendo a única fornecedora de cartões para líquidos na América Latina.
 Mas o que mais atrai na cidade e fez minha família e eu irmos até lá num domingo para conhecer , foi o Bonde Aéreo de Telêmaco Borba, mais conhecido como bondinho que cruza o Rio Tibagi.

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Foi inaugurado no final da década de cinquenta, 11 de novembro de 1959, tendo uma capacidade de 32 passageiros por cabine, ligando a sede do município de Telêmaco Borba ao Bairro de Harmonia, com 1.318 m de vão livre sobre o Rio Tibagi e a uma altura de 76m, até o ano de 2007 já havia transportado cerca de 32 milhões de pessoas. Antigamente, na época da inauguração do bonde aéreo, fazia-se o transporte de até sete mil funcionários por dia. Nos últimos anos a média caiu para 1500 passageiros por dia, sendo em média quinhentos turistas por semana.
A obra foi uma iniciativa do empresário Horácio Klabin, que por meio da construção do teleférico visava facilitar a locomoção dos trabalhadores para terem acesso à fábrica de celulose e papel da Unidade Monte Alegre das industrias Klabin. A construção iniciou-se em 1958, antes mesmo da fundação do município de Telêmaco Borba, e uma empresa alemã foi responsável pela execução da obra que era uma referência em modernidade e uma ótima alternativa de transporte. Na época a travessia sobre o rio Tibagi era feito somente por balsa.
O único teleférico do Paraná, tornou-se em uma das principais atrações turísticas do município. É considerado o maior teleférico da América Latina em vão livre.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Para "quem" vivemos?

Vi este texto em uma postagem do facebook, não encontrei o autor, mas gostei, nos faz pensar em nossas prioridades...
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Um jovem advogado foi indicado para inventariar os pertences de um senhor recém falecido. Segundo o relatório do seguro social, o idoso não tinha herdeiros ou parentes vivos. Suas posses eram muito simples. O apartamento alugado, um carro velho, móveis baratos e roupas puídas. “Como alguém passa toda a vida e termina só com isso?”, pensou o advogado. Anotou todos os dados e ia deixando a residência quando notou um porta-retratos sobre um criado mudo.
Na foto estava o velho morto. Ainda era jovem, sorridente, ao fundo um mar muito verde e uma praia repleta de coqueiros. À caneta escrito bem de leve no canto superior da imagem lia-se “sul da Tailândia”. Surpreso, o advogado abriu a gaveta do criado e encontrou um álbum repleto de fotografias. Lá estava o senhor, em diversos momentos da vida, em fotos em todo canto do mundo.
Em um tango na Argentina, na frente do Muro de Berlim, em um tuk tuk no Vietnã, sobre um camelo com as pirâmides ao fundo, tomando vinho em frente ao Coliseu, entre muitas outras. Na última página do álbum um mapa, quase todos os países do planeta marcados com um asterisco vermelho, indicando por onde o velho tinha passado. Escrito à mão no meio do Oceano Pacífico uma pequena poesia:
Não construí nada que me possam roubar.
Não há nada que eu possa perder.
Nada que eu possa trocar,
Nada que se possa vender.
Eu que decidi viajar,
Eu que escolhi conhecer,
Nada tenho a deixar
Porque aprendi a viver...

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Ponta Grossa - Vila Velha, a lenda...

dhuíSegundo a lenda, esse local foi escolhido pelos primitivos habitantes para ser o Abaretama, "terra dos homens", onde esconderiam o precioso tesouro "itainhareru". Tendo a proteção de Tupã, era cuidadosamente vigiado pelos apiabas, homens escolhidos entre os melhores de todas as tribos. Os apiabas desfrutavam de todas as regalias, porém lhes era proibido o contato com as mulheres, mesmo de suas próprias tribos. A tradição dizia que as mulheres, estando de posse do segredo do Abaretama, revelariam aos quatro ventos e, chegada a notícia aos ouvidos do inimigo, estes tomariam o tesouro para si.


A lenda de Vila Velha, ou de Itacueretaba ("cidade perdida de pedra") exalta a riqueza dos antigos índios que habitavam o local.
Dhui foi o  escolhido para ser chefe supremo dos apiabas. Entretanto, não desejava seguir aquele destino. Seu sangue se achava perturbado pelo fascínio feminino. As tribos rivais, ao terem conhecimento do fato, escolheram Aracê Poranga para tentar o jovem guerreiro e tomar-lhe o coração para conseguir o segredo do tesouro.
Não foi difícil Aracê se apaixonar completamente por Dhui. Numa tarde primaveril, Aracê veio ao encontro de Dhui trazendo uma taça de "uirucuri", o licor de butias, para embebedar Dhui. No entanto, como ela também já estava apaixonada por ele também tomou o licor, ficando ambos sob a sombra de um Ipê.
arace_porangaTupã vingou-se, desencadeando um terremoto que abalou toda a planície. Abaretama, completamente destruída, tornou-se pedra. O tesouro de ouro fundiu-se e liquidificou-se, transformando-se na Lagoa Dourada. Os dois amantes, castigados, foram petrificados um ao lado do outro. Junto a eles ficou a taça, igualmente petrificada. E foi assim que Abaretama se tornou Itacueretaba.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

As cinco linguagens do amor

Quando temos uma paixão na vida, um hobbie por fotografia por exemplo, o que tendemos a fazer?
Normalmente começamos a ler muito a respeito, comprar revistas, livros, ver vídeos, participar de cursos.
Temos vontade de conhecer cada função de nossa máquina fotográfica, qual a melhor forma de utilizá-la e quais são os melhores equipamentos do mercado para melhorar nossas fotos.
Com o casamento não deveria ser diferente. Não basta ter todo o jogo de conquista durante a paquera e namoro e após o casamento achar que tudo estará pronto.
É como se você lesse tudo o que encontrar na internet sobre a melhor máquina fotográfica a comprar, pesquisar nas lojas, ler reviews e depois que comprar, achar que já sabe tudo e não precisa estudar mais nada.
Depois que casamos é a hora de “estudar” nosso parceiro. Agora é a hora de ver o que ele gosta, não gosta, o que lhe faz feliz…
Li um livro há um tempo atrás que para mim, foi extremamente esclarecedor, o livro chama-se “As Cinco Linguagens do Amor” de Gary Chapman.
Muitas vezes achamos que nosso parceiro não nos ama como nós o amamos, pois ele não demonstra. Esse livro vem para provar que existem cinco formas diferentes de amar e ser amado, por esse motivo, podemos pensar que ele não está demonstrando seu amor, o que pode ser um erro, pois o que pode estar acontecendo é que ele está demonstrando, mas da maneira dele, e, por nós falarmos outra linguagem, não conseguimos perceber isso.
Sabe aquela premissa que diz: trate os outros como gostaria de ser tratado. Parece que nem sempre tem que ser assim. Recomendo que leia esse livro para entender melhor seu companheiro e também, para se entender melhor.
Você pode clicar na imagem abaixo para ter acesso ao livro em pdf.